sexta-feira, 27 de maio de 2011

To sono...



Se nos direitos humanos constar que todo homem tem o direito de ser explorado pelo governo de seu país eu aceitarei que todos esses impostos, juros exorbitantes, e indignidade sejam justificados como modo de vida humano.

Seu pescoço torto seguiu a cabeça num movimento serpente, ligeiro e o olhar cerrou-se numa linha quase de abertura imperceptível, amargurado com a dúvida ele se perguntava:

- Em que sou diferente? Sussurrava enquanto encarava o espelho.

- Alguém mais sabe disso? Girava o pescoço, em seguida o corpo a olhar para o faixo de luz que o sol deixava perceber pela janela, era ela voltada para o nascente, para que ele sempre soubesse quando o dia chegasse.

- Quanto tempo mais estarei aqui só? Era a única dor de seu coração, que já petrificando, permanecia batendo.

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Oque sou?

Minha foto
Sou uma sombra escondida e repousante num coração murmurante, por trás de um semblante quase elegante... Ser que vive desde bem antes, feito de pedaços remendados, e no seu peito arfante, bate relutante um coração petrificado...