segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Ingratidão...





Ingrata vem me dizer, quero que vós me esclarece
Se vancê tem outro amor, quero que vós me confesse
Eu acho que não convêm tratar de dois interésse
É um conselho que eu te dou, quero que vós não se esquece

Vivo lutando com a vida com tamanha peripéci
sempre na boa esperança que um dia a sorte viesse
A sorte é só pra quem tem e não é pra quem carece
Sendo que eu não te mereço vai amar quem te merece

Tadinho de quem é pobre ansim mesmo é que acontece
Se eu possuísse riqueza tinha tudo que eu quisesse
Agora teu novo amor com certeza te enriquece
Vancê vai viver contente, nada, nada te aborrece

Toda fruta bem madura cai no chão logo apodrece
Toda roseira é bonita só depois que ela floresce

Coração de aço duro que com nada se amolece
será que vós não tem pena de quem te ama e padece
É um ditado muito certo que o coração não enveice
morena quando eu morrer reze por mim numa prece

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Oque sou?

Minha foto
Sou uma sombra escondida e repousante num coração murmurante, por trás de um semblante quase elegante... Ser que vive desde bem antes, feito de pedaços remendados, e no seu peito arfante, bate relutante um coração petrificado...